quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Hail Poseidon!

Λ. Ποσειδώνος, ο Λόρδος των Ωκεανών, πατέρα του άλογα, προκαλώντας σεισμούς!



*Ave Poseidon, Senhor dos Oceanos, Pai dos Cavalos, Causador de terremotos!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sai flango, sai flango!!!

Você sabia que a codorna quando nasce, já sai do ovo correndo?

Estou falando sério, não é nenhuma piada não. Codorna é bicho bom, bicho esperto. Sai do ovo correndo.

Bem, eu não sou uma codorna - ponto positivo para mim - e certamente não saí correndo da barriga da minha mãe - ponto negativo para mim - mas isso não me torna menos esperta. Quero só ver uma codorna escrever um blog com título em inglês. Enquanto meus pais fazem cara feia para o fato de eu não ir muito bem em física, os pais da codorninha fazem cara feia para o fato dela não saber escrever (nem ler!).

Se você não pegou o espírito da coisa ainda: este é só mais um post revoltado com o grande estímulo que a maioria dos pais por aí a fora acham que dão ao comparar seus filhos aos filhos dos outros - ou a eles mesmos quando eram mais novos.

Talvez não sejamos melhores que uma codorna ou que o filho do vizinho, mas eu quero ver qualquer um dos dois nunca repetir nenhuma matéria numa universidade onde a média é sete e as aulas são durante as férias - ou seja, na ausência de férias.

Ora essa, sai flango!

***

Só para vocês entenderem que eu não sou analfabeta, vou terminar o post de hoje com um momento de descontração.

Outro dia um cara tava morrendo de fome e parou numa pastelaria chinesa. Po, pastel chinês, massudo e com bastante recheio... dá um susto bom no estômago. Aí ele chegou no balcão e perguntou pro chinesinho:
- Esse pastel aqui é de que?
- É de flango. - respondeu o chinês, com aquele sorriso que fecha os olhos pequenininhos dos orientais.
- Ah, então me vê esse pastel de frango mesmo.
Alguns minutos depois, já de barriga cheia, bem satisfeito com seu pastel. O cara está prestes a sair da pastelaria quando se depara com uma cena interessante. A calçada estava cheia de pombos e o chinesinho foi espantá-los de lá, agitando os braços o velhinho oriental começou a gritar:
- Sai flango! Sai flango!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Sobre o excelente uso das ondas de rádio para comunicar e informar a população

Então, de novo eu vou na onda da galera e comentar sobre o apagão de ontem a noite. (Aliás, estive pensando em um nome de efeito... tipo, o Apagão de 10 de Novembro - pessoalmente eu acho que 11 de Novembro ficaria melhor... causaria mais impacto, mas sabe como é, a originalidade brasileira..)

Não que meus comentários venham a ser de grande importância e - juro! - o fato de eu torcer pro Flamengo não tem nada a ver com isso... mas, sério, metade da Federação praticamente totalmente apagada, e as rádios comentando o jogo do Vasco?!

Ontem a noite, quando a falta de luz impossibilitou o uso da internet o meu único recurso para informações foi o rádio. E cadê que eu acho rádio que pudesse informar alguma coisa?! A rádio Tupi estava falando do jogo do Vasco, a JB FM se encontrava nas mãos de uma radialista falando de alguma piriguete de alguma ouvinte... outra estação estava sendo bombardeada não por perguntas e reclamações mas sim por pedidos! Pedidos de músicas para o jantar a luz de velas de última hora. Ah, o espírito brasileiro! A CBN estava dividida entre o jogo do Vasco e notícias do ble-cau-te (no Brazil se fala Portuguese) até que depois de um tempo finalmente tratou do assunto mais sério.

A única rádio que não estava falando de futebol e estava totalmente focada no ocorrido era a rádio da Band - sediada em São Paulo, não estava oferecendo muitas notícias úteis aos cariocas e fluminenses (não o time, pra quem não sabe quem nasce no estado do Rio é chamado de fluminense - mal goooosto....).

Enfim, que lição podemos tirar desse episódio? Quer dizer, se dependermos do sistema radialista para comunicação em tempos de crise, temos que torcer que problemas desse tipo ou mais graves - tipo, sei lá, vai que a Bolívia resolve invadir... - não ocorram junto com o Brasileirão ou no mesmo dia que um time grande carioca, como o vasquinho.

Por outro lado, o que mais poderíamos esperar? Estamos no país do futebol e do empurra-empurra de culpados. (Alguém mais achou estranho o conflito de informações entre o ministro de energia e o acessor de Itaipu?) Nada mais natural que enfrentar um problema básico como o da maior hidrelétrica do mundo não estar fornecendo energia para 18 estados nem para o país vizinho...

(Já sei, foram os argentinos, com inveja da Copa de 2014! Porque aqui no Brasil sempre se trata de futebol, né?)


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Minha casa passa a ter mais verduras

Este post é em comemoração a minha nova companheira, Chuchu, uma coelhinha anã branquinha com manchas marrons bem clarinhas. Ela é uma graça - meio assustada, verdade, mas que lagomorpho não é? - e adora alface, que surpresa.

Enfim, eu a estava observando agora, me deliciando com aquele orgulho de quem tem um bichinho de estimação tão fofo quanto aqueles de filmes, quando me deparei com o olhar dela (aliás, olhos pretos são o que há em coelhos, os vermelhos não estão com nada) e fui atingida por aquela dúvida inquietante e desesperadora que bate na gente quando olhamos no olho de um animal. Será que pensa? O que pensa? Como pensa?

Até alguns segundos atrás, Chuchu estava deitada - se levantou ao som dos Beatles, bom sinal - e bem parada, os olhos escuros bem atentos. Quero dizer, geralmente quando eu estou deitada e olhando para o nada, minha mente está a mil, pensando em coisas, refletindo, inventando histórias, imaginando... todas essas atividades de pessoas ociosas como eu. Contudo, Chuchu é não é uma pessoa - e eu jamais a ofenderia a chamando de gente, pois nada melhor para um coelho que ser um coelho - então eu fico aqui me remoendo, pensando sobre esse tipo de coisa.

Se eu fosse transforma-la num personagem, lhe daria todos os pensamentos e sentimentos apropriados para um animal sábio - coelho não tem uma cara de inteligência?! - e gosto de pensar que ela gostaria disso. Mas isso é o mais longe que conseguimos chegar - ao menos no caso de animais como coelhos - o conforto de imaginar o que se passa em suas cabecinhas.

Ela fareja tudo o tempo todo, com certeza seu cérebro é bem ocupado. E de qualquer forma, qualquer bicho que seja tão fofo assim tem o direito nos deixar nesse mistério sem fim.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Bolhas de rebeldia

Complexo de James Dean - rebelde sem causa

Complexo de Dean Winchester - rebelde com distintivo

Complexo de Orca Brava - rebelde de várzea, sabe? aquela rebeldia moleca?


Pra que correr atrás do pinguin quando ele pula direto pra sua boca?
Pra que calcular curvas de perseguição quando o instinto já faz o trabalho todo sozinho?

Em nome de uma oceanografia menos exata.

The bubbles of revolution
Are floating around our heads
The fly so high, nearly reach the sky
But like my dreams they fade and die

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Números... e mais números

Shhhh!!!

Não contem a ninguém que eu estou aqui, eu deveria estar estudando, mas quando vc começa a somar quando deveria multiplicar provavelmente é hora de fazer uma pausa. Fazer uma pausa e trocar os números pelas palavras.

Vou continuar então, a reclamar sobre o sistema de aprovação por provas e testes.

Pra começar que não é eficiente. O professor não só perde tempo fazendo-as como também corrigindo-as por horas intermináveis, e acaba lendo muita besteira também. E isso tudo para o aluno não aprender praticamente nada - a não ser pelos poucos que realmente aprendem decorando as coisas, mas estes são muito raros.

A prova na verdade não prova muita coisa sobre o que o sistema quer descobrir sobre a capacidade do aluno. Muita gente não sabe a matéria, mas sabe como fazer uma prova, como deduzir respostas na hora, ou como obte-las na carteira ao lado, ou simplesmente estudou bastante; ao mesmo tempo, tem gente que não é capaz de guardar um nome de uma estrutura celular nem pra salvar a própria vida. Como isso pode ser justo?

Prefiro trabalhos, problematizações, projetos... qualquer coisa que exija que o conhecimento seja aplicado e utilizado. Essa sim é uma boa maneira de avaliar o desempenho de um aluno. Pra não falar que é muuuuito mais fácil para um professor, sentar na cadeira e apenas ouvir!

Mas a pior parte disso tudo, na verdade, é querer avaliar algo tão abstrato quanto o conhecimento com números!!!

Não existe nada em número a não ser a quantidade ou ordem que ele representa.

Tudo bem, talvez eu esteja levemente irritada com os números, mas imagino que pelo menos algumas pessoas estejam entendendo o que estou dizendo. Estou falando de saber e entender uma matérias mas não ter saco de ficar horas em casa repetindo exercícios inúteis e sem aplicação nenhuma.

Esse tipo de avaliação, meus amigos, é o pai do "estudar só para passar", e a culpa não é dos alunos.

Hunf!

Enfim, Euler descobriu que não estou trabalhando na equação dele, tenho que voltar...

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Square bubbles

No final do semestre passado me disseram: equações diferenciais é mais fácil que cálculo II.

Parte de mim queria acreditar, queria mesmo, o professor era gente boa e ajudava a turma em tudo o que podia. Porém um bom pedaço da minha mente gritava que eu não teria essa sorte.

Ainda não decidi se é mais difícil ou mais fácil mesmo, sendo a minha preguiça a grande catalisadora desse meu pavor por certas equações homogêneas e características e fatores integrantes e mais um monte de coisas que eu vou estudar só amanhã, porque não caem na prova de amanhã.

Enfim, acho que já deu pra perceber que o culpado pela minha ausência neste blog é esse terrível sistema de aprovação por notas de provas. Não só estou sem tempo como também não tenho um pingo de criatividade para escrever, e ninguém merece um monte de bolhas quadradas e sem imaginação.

Depois do dia 4, porém, estarei de volta.

In black.